Comunicado urgente: Suspensão Temporária do Workshop Oportunidades de Negócio e Soluções para uma Copa e Olímpiada Mais Verdes

Prezados,

Infelizmente continuamos com dificuldades em conciliar a agenda de alguns palestrantes convidados de suma importância para o conteúdo do Workshop. Desta forma, estamos suspendendo temporariamente o Workshop até que tenhamos uma data mais oportuna para para os palestrantes. Assim, quando tivermos com tudo alinhado, TODOS os palestrantes devidamente confirmados entraremos em contato para informar a nova data.

A Diretoria pede mais uma vez sinceras desculpas com a convicção que essa decisão é mais coerente para que o conteúdo programático não seja prejudicado e que a missão da empresa de transformar informação em conhecimento seja cumprida.

Agradecemos a compreensão de todos.

Atenciosamente,

Carolina Martins Costa
Diretora de Operações

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Rumo ao Carbono Zero: Estados definem metas e projetos para reduzir emissões de CO2

Todos os estados brasileiros devem estabelecer metas e projetos para reduzir as emissões de CO2 provenientes dos automóveis. Conforme determinação do Ministério do Meio Ambiente, as federações estaduais têm até o dia 30 de junho para entregar os Planos de Controle de Poluição Veicular (PCPVs).

O objetivo é um só, reduzir a poluição, no entanto os estados terão liberdade para decidir os modelos dos projetos, para que eles sejam adequados à realidade local e assim tenham resultados mais expressivos.

No Rio de Janeiro, por exemplo, existe o Selo Verde, que foi idealizado a partir de uma parceria entre o governo e a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros. A medida é direcionada aos 20.500 ônibus que transportam cerca de nove milhões de pessoas.

Não é somente a cidade sede da Conferência Climática da ONU em 2012 que está se movimentando, outros estados já demonstram o compromisso através de planos ambiciosos, como aconteceu no Ceará. O governo cearense já encaminhou o seu PCPV e colocou como meta a redução de 80% das emissões de gases de efeito estufa provenientes dos meios de transportes e acredita que seja possível diminuir em 5% o consumo de combustíveis.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, alguns estados com planos mais avançados, como o Rio Grande do Sul, prestaram consultorias para que as outras localidades conseguissem estabelecer propostas que se tornem efetivas na prática, e não somente na teoria. Esse apoio possibilitará o cumprimento do prazo estabelecido pelo Ministério, conforme explicou a engenheira química Sabrina Feltes, da Fundação Estadual de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul. Segundo ela, a consultoria serviu para tirar dúvidas na formulação dos inventários e auxiliar os governos nas “recomendações para a execução de medidas”. Com informações do Ministério do Meio Ambiente.

Fonte: Redação CicloVivo

Rio quer reduzir emissões de gases de efeito estufa em 18,2% até 2016

Inventário da Prefeitura e COPPE/UFRJ define metas de redução até 2025. Workshop discute no Rio oportunidades, soluções e tecnologias para reduzir emissões de CO2 na indústria, construção civil e transportes até 2016

 A Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Município do Rio de Janeiro acaba de lançar uma versão atualizada do Inventário de Emissões dos Gases do Efeito Estufa, em parceria com a COPPE/UFRJ, um dos principais centros de pesquisa do assunto. Com isso, o Rio é, novamente, pioneiro em matéria ambiental, tornando-se a primeira cidade da América Latina a atualizar a pesquisa.

O documento resultou na criação do Plano de Ação para a Redução de Emissões dos Gases de Efeito Estufa da cidade do Rio de Janeiro, que vai embasar a palestra que o Secretário de Meio Ambiente e Vice-Prefeito do Rio, Carlos Alberto Muniz, fará no próximo dia 04 de Agosto, às 9:00 horas, na abertura do Workshop “Oportunidades de Negócios, Soluções e Tecnologias para uma Copa e uma Olimpíada mais Verdes”, na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEAERJ (Rua do Russel número 1, Glória).

Segundo a Secretaria, muito mais do que uma radiografia das emissões de dióxido de carbono no perímetro urbano o estudo representa um material inestimável para orientar a política de desenvolvimento da cidade. No documento, a Prefeitura e a COPPE/UFRJ traçaram distintos cenários de emissões dos gases do efeito estufa, indicando rumos que poderão ser tomados.

No cenário B, que considera medidas em andamento tais como o novo Centro de Tratamento de Resíduos, corredores exclusivos de ônibus Transcarioca, Transolímpica e Transoeste), as reduções estimadas são de 8,3% em 2012, 13,5% em 2016, 13% em 2020 e 11,8% em 2025, comparadas às emissões de 2005, ano base do estudo. Tais metas estão atreladas também às medidas previstas no Plano de Ação da Cidade do Rio de Janeiro para a redução dos gases previamente estabelecidas pela política climática da cidade, como a duplicação da malha cicloviária, a expansão do programa de reflorestamento, a instalação do Centro de Tratamento de Resíduos e a racionalização dos Transportes coletivos, entre outros.

As metas, no entanto, poderão ser potencializadas com a implementação de outras medidas viáveis, mas que ainda dependem de aprimoramento tecnológico, como o caso da captura do biogás no setor de resíduos, ou de projetos ainda em avaliação pelos técnicos da Prefeitura, como a implementação de lâmpadas LED na iluminação pública. Nesse caso, o cenário mais otimista (cenário C) aponta para uma redução nas emissões de 12% em 2012, 18,2% em 2016, 18,7% em 2020 e 17,5% em 2025.

Oportunidades de Negócios e Soluções para uma Copa e uma Olimpíada mais Verdes

Sem dúvida, o Brasil é a bola da vez. A escolha do País para sediar a Copa de 2014 e Olimpíadas 2016 deverá gerar somente no Rio de Janeiro investimentos em torno de R$ 30 bilhões até 2016.

Destes investimentos, 40% devem ser destinados à infraestrutura urbana, 30% em complexos esportivos e 30% para a construção de mais de 20 mil quartos de hotéis e pousadas. Sem falar nos investimentos dirigidos a outras áreas, tais como mobilidade urbana (infraestrutura e transportes urbanos), Tecnologia da Informação, Telecomunicações, segurança etc.

Mas apesar dessa perspectiva impar para a imagem e economia do Brasil e, claro, também para as empresas, pesquisa realizada pela Deloitte e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri), intitulada “Brasil, bola da vez – negócios e investimentos a caminho dos grandes eventos esportivos”, indica que apenas 26% das empresas estão prontas para investir em Copa e Olimpíadas.

O que chama mais atenção é que muitas das empresas que participaram da pesquisa não se mostram ainda preparadas para aproveitar as oportunidades de investimento que nascem com a chegada da Copa e das Olimpíadas no Brasil. Apenas 12% delas já possuem ações em andamento e 14% tem planejamento pronto, aguardando para ser iniciado em momento propício. E 18% sequer souberam informar sobre a existência de planos específicos.

A pesquisa concluiu que muitas empresas provavelmente não enxergam, nos eventos esportivos, oportunidades em seus segmentos.

Mas, a três anos da Copa do Mundo no Brasil e a cinco da Olimpíada do Rio de Janeiro, a contagem regressiva já começou, e os investimentos internos e externos já começaram acontecer. E tão importante quanto estruturar as cidades para receber os eventos, outro desafio é transformar em legado à população as intervenções que serão feitas nas cidades anfitriãs.

O Rio de Janeiro, por exemplo, promete fazer com que o Brasil tenha os primeiros “jogos neutros” da história das Olimpíadas, em 2016. Carbono Zero é a meta. Os dois eventos juntos já estão gerando inúmeras oportunidades de negócios em praticamente todas as áreas: infraestrutura, transportes, construção civil, tecnologia da informação, segurança, telecomunicações, turismo e outras.

Para as empresas, nesse momento o mais importante é definir estratégias e oportunidades. E a matéria prima para esta tarefa chama-se INFORMAÇÃO. Esse é exatamente o objetivo do Workshop Oportunidades de Negócios e Soluções para uma Copa e uma Olimpíada mais Verdes: difundir informação entre quem precisa e contrata e quem planeja, fornece e executa os serviços, obras e equipamentos necessários. Ou seja, buscar e mostrar o potencial e os investimentos programados, enfim, onde estão as oportunidades de negócios e investimentos.

A proposta é colocar frente à frente os órgãos e empresas responsáveis pela gestão e execução das obras, empresas fornecedoras de equipamentos e serviços, profissionais de todas as áreas envolvidas, executivos do setor privado e do governo e entidades empresariais e técnicas.

APOIO INSTITUCIONAL

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AAPOIO ACADÊMICO

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QUEM DEVE PARTICIPAR

Segmentação:

Indústria, Construção Civil, Infraestrutura, Eficiência Energética, Transportes, Meio Ambiente, Saneamento, Universidades e governos (prefeituras, governos estaduais e federal).

 Público-Alvo:

Empresários, Engenheiros, Arquitetos, Empreiteiros, Administradores, Técnicos, Consultores e gestores ambientais, prefeitos e gestores públicos, Executivos do Governo (federal, estaduais e municipais), Ministérios, Associações de Classe, Empresários, Prestadores de serviços e Universidades (públicas e privadas), ONGs e Ministério Público.

INFORMAÇÕES GERAIS

Taxa de Inscrição: R$350

Data: Evento Suspenso Temporariamente

Local: Auditório da SEAERJ

Rua do Russel, 01 – Glória – Rio de Janeiro – RJ

Duração: 9 horas

Metodologia: A programação do workshop será apresentada através de palestras e painéis.

Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.