Evento ITS

25 e 26 de Junho de 2012
(Nova data!)
Centro Empresarial Rio (Edifício Argentina) – Botafogo – Rio de Janeiro

A escolha do Rio de Janeiro para sediar a Copa das Confederações em 2013, além do o encontro mundial de jovens católicos de mais de cem países; a Copa do Mundo de Futebol em 2014; os Jogos Olímpicos em 2016 e inúmeros outros grandes eventos internacionais consolidam a vocação da Cidade Maravilhosa para abrigar grandes eventos internacionais. Traz receita, projeção internacional, coloca os holofotes do mundo sobre o Brasil, mas também traz muita responsabilidade.

Este ano, o Rio de Janeiro abrigará, em julho próximo, a Rio+20, quando Chefes de Estado de cerca de 150 países se reunirão para discutir novos paradigmas de desenvolvimento, conciliando o crescimento econômico com baixas emissões de carbono. O encontro, que reunirá também milhares de representantes da sociedade civil de várias partes do mundo, será, sem dúvida, mais um ponto a favor do Rio e do Brasil, mas também um belo teste à nossa capacidade de dar mobilidade e serviços adequados a tanta gente.

Eventos de grande porte exigem infraestrutura impecável em diversas áreas ligadas à prestação de serviço, segurança, mobilidade etc., para que um fator positivo de promoção de nossas empresas e instituições não se transforme num fator negativo para a imagem do país no exterior. E é preciso pensar também na questão da sustentabilidade, que hoje baliza todos os projetos nas cidades modernas.

A área de gestão, operação e infraestrutura de transportes é um desses “calcanhares de Aquiles”. Precisa de suporte tecnológico, segurança e instrumentos eficientes de gestão da operação, para que a mobilidade não seja prejudicada em função da agenda desses eventos.

Através da união de recursos de informação e comunicação  telemática e de ferramentas de gerenciamento  dos transportes, os Sistemas Inteligentes de Transportes (SITs) representam novos meios de se pensar a mobilidade urbana. A utilização eficiente dessas tecnologias tem gerado resultados satisfatórios, promovendo a redução de congestionamentos e dos tempos de viagem, melhoria na qualidade do ar pela redução da emissão de poluentes, possibilidade da indicação de rotas alternativas, o aprimoramento dos níveis de serviço e aumentado a produtividade, a confiabilidade e a segurança dos sistemas de transporte.

O momento é totalmente oportuno: O Brasil vive, hoje, uma situação impar no que se refere a investimentos, especialmente nas áreas de infraestrutura e tecnologias para mobilidade urbana, veículos e cargas, de forma a transformar em legado social as possibilidades de investimentos geradas por conta dos grandes eventos que vai sediar. É preciso debater e buscar agora as melhores soluções para o setor.

O III SEMINÁRIO SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES, promovido com este objetivo pela Planeja & Infoma Comunicação e Marketing e  acontecerá nos dias 25 e 26 de junho de 2012, no Rio de Janeiro.

REALIZAÇÃO

QUEM DEVE PARTICIPAR?

Executivos, técnicos, analistas e engenheiros do DENATRAN, DETRAN, CET-RIO, ANTT, Fetranspor, Ministério dos Transportes, Cidade, Ciência e Tecnologia, Secretarias (Municipais e Estaduais), Órgãos do Governo, Seguradoras, Transportadoras, Empresas de ônibus, Empresas de logística, Concessionárias rodoviárias, Supervia, Metro, Fornecedores e integradores de equipamentos e sistemas.

INFORMAÇÕES GERAIS

Período: 25 e 26 de junho de 2012 (nova data!)

Duração: 2 dias – 08 horas/dia

Local: Centro Empresarial Rio (Edifício Argentina) – Auditório – 2º Andar

Endereço:    Praia de Botafogo, 228 – 2º andar – Botafogo –
Rio de Janeiro – RJ

Participantes:  Total previsto: 150 pessoas

TAXA DE INSCRIÇÃO INDIVIDUAL

COMO SE INSCREVER

  • Solicite o formulário de inscrição pelo e-mail: inscricao@planejabrasil.com.br
  • ou ligue para o Atendimento ao Participante: (21) 2262-9401 / 2215-2245.

Aproveite e garanta a sua participação! Vagas limitadas!

A taxa de inscrição contempla:

– Ingresso a toda agenda do seminário;

– Material de apoio ao participante;

– Certificado de participação do seminário;

Formas de pagamento:

Boleto bancário

Depósito bancário

Observações:

(I): DESISTÊNCIA DE INSCRIÇÃO. O participante deverá comunicar a desistência até 03 dias antes do evento. O não comunicação implicará no pagamento integral da taxa de inscrição.

(II): A organização irá reter 20% do valor da inscrição referente à taxa administrativa em decorrência ao cancelamento.

OBSERVAÇÃO (III): É obrigatório o envio do comprovante de pagamento (regra válida para ambas formas de pagamento).  O prazo de pagamento tanto para boleto bancário quanto para depósito são de três dias úteis – com exceção de pagamento via empenho (Pagamento de empenho falar com Lívia de Paula).

Em seu 3º ano, Seminário Nacional de Energia Nuclear discute segurança e tecnologia*

(Entrevista publicada no site Petronotícias*)

Começa amanhã, o 3º Seminário Nacional de Energia Nuclear, que contará com a presença de técnicos e diretores da ELETRONUCLEAR e da Comissão de Energia Nuclear (CNEN), além de outras instituições e empresas do ramo. Durante o evento serão discutidas as tecnologias e novas medidas voltadas para a segurança nuclear das usinas de geração de energia. Após o acidente ocorrido em Fukushima, no Japão, a Eletronuclear programou um investimento de R$ 300 milhões em um programa de reavaliação das usinas nucleares de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O diretor da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, Carlos Emiliano Eleutério, está organizando o evento e conversou com o repórter Estephano Sant’Anna sobre a ideia do evento.

Como o Seminário iniciou e de quem veio a iniciativa?

A iniciativa veio da Planeja & Informa Comunicação e Marketing que já atua há muito tempo nessa área ligada, principalmente à energia nuclear. Logo que foi retomado o projeto das usinas nuclear, com a retomada de Angra 3 que ficou paralisada por mais de 20 anos, decidimos nos reunir para originar o Seminário, que já se encontra na terceira edição.

Quando foi anunciada a retomada do Programa Nuclear Brasileiro, nós éramos responsáveis pela produção e edição da publicação da Revista do Clube da Engenharia, na gestão do Presidente Heloy Moreira. A Revista fez uma edição especial sobre o programa nuclear brasileiro que trouxe à tona uma série de dúvidas sobre ações, contratos, etc. Queríamos esclarecer isso tudo. A edição foi muito bem recebida e partir daí pensamos: ‘Por que não promover um debate para esclarecer essas dúvidas reunindo os atores da área nuclear’?

Quem participa do evento?

Assim que decidimos promover o debate, pensamos que deveria haver convidados especiais da área. Hoje, contamos com vários representantes da cadeia nuclear brasileira, empresas de consultoria, construção e montagem industrial, fornecedores de equipamentos e soluções tecnológicas para discutir investimentos, demanda de mercado, entre outros.

Pode falar um pouco sobre o cronograma?

Quem abrirá o evento será o Leonam dos Santos Guimarães, representando a Presidência da Eletronuclear e Angelo Fernando Padilha, Presidente da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear). Leonam trará uma palestra muito esperada entitulada “As lições de Fukushima”, depois de Ivan Pedro Salati de Almeida que apresentará o cenário mundial depois desses desastres. Teremos diversos painéis com palestrantes renomados para discutir o mapeamento das área de risco, o licenciamento ambiental, as tecnologias para garantir mais segurança, etc.

Como surgiu a proposta para falar de Segurança e Tecnologia Nuclear?

Na verdade, tudo aconteceu depois do acidente de Fukushima. Depois que a tsunami comprometeu a segurança daquelas usinas, o mundo inteiro passou a discutir isso, até mesmo para saber de que forma poderiam garantir as usinas prevendo qualquer catástrofe. Apesar de terrível, o acidente acabou servindo para, de alguma forma, alertar o mundo. A Eletronuclear passou a trabalhar num programa de modernização tecnológica para melhorar a segurança das usinas com um investimento de 300 milhões que serão investidos durante 5 anos com um foco específico.

E quanto à mão-de-obra especializada para esse tipo de segurança?

Essa também é uma preocupação da indústria em geral. A indústria precisa de formação de mão-de-obra qualificada e voltada para essa questão… que possa evoluir para garantir a segurança. Essa é uma das nossas pautas para o debate.

Qual a expectativa da Planeja para o evento que começará amanhã?

Estamos muito empolgados. Acredito que a energia nuclear seja fundamental para a matriz energética brasileira. Falar de segurança é imprescindível e, depois de todo o caos em Fukushima, estamos alertados. A energia nuclear é uma energia limpa, mas que exige o máximo de cuidado. Não podemos descuidar da questão da segurança e tecnologia.

3º Seminário Nacional de Energia Nuclear

Programa Nuclear Brasileiro – As lições de Fukushima
Mão de obra especializada, novas tecnologias e equipamentos

08 e 09 de fevereiro de 2012
Centro de Convenções Bolsa do Rio – Centro – Rio de Janeiro – RJ

A segurança das usinas nucleares tem sido preocupação em todo mundo, principalmente após o terremoto e tsunami que devastaram o Japão, comprometendo a seguranças das Usinas de Fukushima. Diante desse grave acidente, algumas perguntas surgiram de imediato com relação aos programas nucleares dos países que adotaram essa tecnologia de geração de energia, inclusive o Brasil: Qual a melhor tecnologia nessa área? Quais as medidas de segurança adotadas no país? Qual a importância do desenvolvimento tecnológico nesse setor para o Brasil?

A terceira edição do Seminário Nacional de Energia Nuclear (SNEN) acontecerá nos dias 08 e 09 de fevereiro, no Centro de Convenções Bolsa do Rio – Centro – Rio de Janeiro, com ênfase exatamente nessa discussão sobre o modelo escolhido pelo Brasil para as quatro usinas programadas para serem construídas até 2030, dentro da matriz energética. E quanto à Angra 3, atualmente em construção – serão necessários ajustes no modelo? Isso interfere nos custos e na tecnologia planejados? .

Evento já consagrado no calendário nacional do setor, o SNEN tem como objetivo reunir representantes da cadeia nuclear brasileira, empresas de consultoria, construção e montagem industrial, fornecedores de equipamentos e soluções tecnológicas para discutir sobre as demanda de mercado, disponibilidade de mão de obra especializada e novas tecnologias para atender ao projeto nuclear brasileiro e as empresas privadas fornecedoras. Além de debater o modelo brasileiro de usinas termonucleares, questões ligadas à segurança nuclear e o impacto do programa no desenvolvimento da engenharia e da indústria nacional.

O conceito do evento é colocar frente à frente quem tem e quem precisa das soluções, delineando o potencial de negócios do mercado nuclear para as empresas brasileiras.

QUEM DEVE PARTICIPAR

Empresas: Empresas de engenharia industrial, construção e serviço, indústria da construção soldada, empresa de consultoria. Projetos e desenvolvimento tecnológico, empresas de informática, empresas de serviços de conservação de energia (ESCO’s); Concessionárias de energia elétrica, empresas de logística, fornecedores de equipamentos, aço, tubos, materiais para engenharia elétrica, escritórios jurídicos, ONG’s, empresas e órgãos governamentais, governo federal, estadual e municipal, entidades de classe de engenharia, universidades e institutos de pesquisa.

Áreas: Engenharia, Meio Ambiente, Economia, Administração, Qualidade, Industrial, Projetos, Assuntos Institucionais, Jurídica, Recursos Humanos e outras.

Cargos: Técnicos, Consultores, Especialistas, Ambientalistas e outros profissionais envolvidos ou responsáveis por programas afins.

INFORMAÇÕES GERAIS

Datas: 08 e 09 de fevereiro
Local: Centro de Convenções Bolsa do Rio
Auditório Bolsa do Rio
Praça XV de Novembro, 20 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Duração: 08 horas/dia
Metodologia: A programação do evento será apresentada através de palestras e painéis.
Número de participantes: Vagas limitadas para 200 participantes.

TAXA DE INSCRIÇÃO INDIVIDUAL

R$210

>>Clique aqui e saiba como se inscrever


Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

A partir de 2014, os lixões a céu aberto serão proibidos no País. Com essa imposição legal, todos os municípios serão obrigados a separar os resíduos para fazer o descarte ambientalmente correto. Atualmente, o serviço de coleta seletiva está presente em apenas 18% das cidades brasileiras, porque ela ainda não é obrigatória em nosso País. Nas grandes cidades brasileiras, cada cidadão produz, em média, um quilo de resíduo por dia.

O lixo é hoje um dos mais graves problemas ambientais do Planeta. A destinação incorreta do lixo nas cidades, por exemplo, entope bueiros, agravando as enchentes que têm resultado em várias tragédias nas cidades no período de chuvas. A questão precisa, portanto, envolver todos os cidadãos, empresas, Academia e Poder Público na busca de soluções que evitem que os resíduos sejam descartados em lixões a céu aberto, contaminando solos, rios, córregos e mares, provocando doenças e prejuízos para o meio ambiente.

O Brasil produz por dia mais de 183 mil toneladas de lixo urbano. Mais de um milhão de pessoas trabalham e sobrevivem da reciclagem desse lixo. Mesmo assim, grande parte dessa riqueza vem sendo desperdiçada. O Brasil deixa de ganhar 8 bilhões de reais anualmente por não reciclar tudo o que é possível.

Em dezembro de 2010, o Congresso aprovou a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Já regulamentada, a nova lei determina a correta disposição dos diversos tipos de resíduos. Diz como se dará a atuação do setor empresarial e obriga as empresas a reciclarem seus resíduos.

Embora ainda de forma insipiente, diversas experiências já foram implementadas em várias cidades brasileiras. As boas práticas existem e precisam ser divulgadas, debatidas e multiplicadas. Em 2014, quando realizaremos a Copa do Mundo no Brasil, a questão da gestão integrada dos resíduos terá de estar equacionada. Teremos os olhos do mundo voltados sobre nós, com reflexos sobre a imagem, a economia do Pais e nas nossas empresas.

Problemas como inundações e deslizamentos em encostas decorrentes de temporais em nossas principais cidades, que têm sido agravadas pelo acúmulo de lixo, obstrução e perda de capacidade dos sistemas de drenagem,terão que ter soluções concretas. Prejuízos econômicos e sociais, com a destruição de equipamentos urbanos,engarrafamentos quilométricos, desabamentos e conseqüente perda de vidas e de patrimônio pessoal pela sociedade, impõem a implantação urgente de mecanismos eficientes de gestão de resíduos sólidos, com manejo e destinação adequados.

O momento é, portanto, fundamental para o debate da questão, para que as soluções sejam agilizadas e implementadas em curto espaço de tempo. O workshop “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” tem este objetivo: debater e buscar modelos, soluções e experiências que possam ser difundidas por todo o País, de forma séria e criativa, apontar as fontes de recursos e mecanismos destinados a buscar a capacitação dos gestores públicos e privados, além do engajamento da sociedade.



QUEM DEVE PARTICIPAR

Workshop destinado às áreas da Construção Civil, Meio Ambiente, Saneamento, Universidades e Governos (prefeituras,
governos estaduais e federal).

Público-alvo: Engenheiros, Arquitetos, Empreiteiros, Administradores, Consultores, Prefeitos e Gestores Públicos, Executivos do Governo, Ministérios, Associações de Classe, Empresários, Prestadores de serviços e Universidades (públicas e privadas), ONGs e Ministério Público.

INFORMAÇÕES GERAIS

Taxa de Inscrição:

01/09 a 27/10 = R$250

28/10 a 10/11 = R$300

Data: 10 de Novembro de 2011

Local: Centro Empresarial Rio

Praia de Botafogo, 228 – Térreo – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ

Duração: 9 horas

Metodologia: A programação do workshop será apresentada através de palestras e painéis.

Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.

>> Clique aqui e saiba como se inscrever.

>> Confira a programação atualizada.

Setor de Solda pode receber mais de 20% dos investimentos da Petrobras até 2014


As possibilidades de investimentos e oportunidades de negócios para a indústria nacional vêm se multiplicando com os avanços do setor de petróleo e gás, liderados pela Petrobras.

No Plano de Negócios 2010-2014 da empresa, divulgado no ano passado, foram previstos investimentos de cerca de US$ 224 bilhões. Para além desse alto valor aplicado no setor e das possibilidades que se anunciam com os campos no pré-sal, ainda vislumbramos programas como o de construção de navios da Transpetro, a expansão do setor energético nuclear e elétrico, os incentivos à infraestrutura nacional trazidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de muitas outras iniciativas privadas. Toda essa movimentação leva ao desenvolvimento da cadeia industrial brasileira que precisará se adequar a novos rigores e procedimentos voltados para a segurança, meio ambiente e saúde, para a redução dos custos, com ganhos em produtividade e qualidade.

Estima-se que o setor de solda receberá destaque com pelo menos 20% dos investimentos anunciados pela Petrobras e, com isso, precisará buscar a inovação em processos e produtos, além da certificação de empresas. Buscando atender a necessidade do mercado oferecendo informação de qualidade, a Planeja & Informa realizará no Rio de Janeiro, nos dias 30 e 31 de Agosto, o “Solda Brasil 2011 – Seminário Nacional de Tecnologia e Mercado da Soldagem”.

A proposta é realizar um grande debate técnico, prático e objetivo, que possa reunir as empresas executoras dos projetos, os empreendedores e o meio científico, para agregar o componente “desenvolvimento tecnológico” em toda a discussão em torno do mercado e das perspectivas do setor de soldagem no Brasil.

Veja abaixo alguns dos painéis a serem apresentados no “Solda Brasil 2011”:

  •  Os Desafios do Pré-Sal
  • Demandas Tecnológicas do Pré-Sal
  • Certificação de Equipamentos e Consumíveis de Soldagem
  • Demandas Tecnológicas da Indústria Naval
  • Perspectivas da Engenharia Industrial no Brasil
  • Mercado e Capacitação da Empresa Nacional
  • Sistemas de soldagem automatizada
  • Tecnologias em dutos marítimos e terrestres
  • Soluções Tecnológicas em sistemas de soldagem automatizadas
  • Novos investimentos na infraestrutura para Copa e Olimpíadas
  • Formação e capacitação de mão de obra

PATROCÍNIO

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

APOIO INSTITUCIONAL

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

APOIOS DE MÍDIA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

QUEM DEVE PARTICIPAR

Empresas executoras, representantes dos diversos setores da engenharia, “especialistas”, projetistas, governo, academia, instituições de pesquisa e empresas de Engenharia Industrial, fabricantes de consumíveis, máquinas e equipamentos de soldagem, além de entidades profissionais e empresariais de classe, instituições formadoras de mão-de-obra.

INFORMAÇÕES GERAIS

Taxa de Inscrição:

PERÍODO

VALORES

08/07 a 10/08

R$ 350,00

11/08 a 28/08

R$ 400,00

29/08 a 31/08

R$ 500,00

Desconto de 20% a partir de 3 inscrições

Data: 30 e 31 de Agosto de 2011

Local: Centro Empresarial Rio – Rio de Janeiro

Metodologia: A programação do workshop será apresentada através de palestras e painéis.

Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.

>> Veja a programação:

30 de Agosto

31 de Agosto

>> Saiba como se inscrever aqui.