Nem tudo que é resíduo é lixo

O professor russo Vsévolod Mymrine, do Laboratório de Tecnologia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (UFPR), estuda há 40 anos formas de reaproveitamento de resíduos.

De resíduos siderúrgicos, de construção de máquinas, da construção e demolição, de produção e reaproveitamento de papel, papelão e celulose, até os resíduos de mineração e elaboração, petroquímica, rejeitos químicos e rejeitos agrícolas podem ser reaproveitados.

Uma série de dejetos pode ser aproveitada para a produção de cerâmicas, concreto, argamassa, isolante térmico, bases de estradas, aeroportos, bases de aterros de lixo municipal e industrial, entre outros.

As vantagens do reaproveitamento são muitas como a diminuição de multas ambientais e a diminuição dos custos com matéria-prima, o que acaba trazendo mais lucro para as empresas e um menor preço final ao consumidor. Leia mais sobre o trabalho aqui.

A busca de soluções e tecnologias para a gestão de resíduos será o principal tema do Workshop Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que acontece no próximo dia 10 de novembro de 2011, no auditório do Centro Empresarial Rio.

Além do patrocínio da ENVAC e do apoio de diversas entidades do setor, já confirmaram presença o Presidente da Comissão de Defesa de Meio Ambiente da ALERJ, Deputado Átila Nunes; o Presidente da CEDAE, Wagner Victer; o Superintendente Nacional de Saneamento e Infraestrutura da CAIXA, Rogério de Paula Tavares; o diretor comercial da ENVAC, Fábio Colella; e o Pesquisador do IVIG (Inst. Virtual Internacional de Mudanças Globais)/COPPE, Luciano Basto Oliveira.

Com 7 bilhões de habitantes, lixo é um dos maiores desafios do planeta

Busca de soluções para os resíduos sólidos não pode mais ser adiada. Workshop sobre resíduos debate soluções e tecnologias para a gestão integrada nos municípios 

         A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que o Planeta atingiu um contingente de sete bilhões de pessoas em 2011. Além da necessidade de gerar alimentos, energia, habitação e água potável para toda essa população, o mundo se defronta hoje com um outro desafio, tão grande ou maior: a geração de lixo.

Além do lixo doméstico e dos resíduos provenientes da construção e demolição, a geração de resíduos industriais vem aumentando devido ao crescimento da população e da expansão da atividade industrial. Composto por restos de madeiras, tecidos, couros, metais, produtos químicos, tintas, entre outros, o lixo industrial é um dos mais prejudiciais ao meio ambiente e à saúde da população.

         Cerca de 5,2 milhões de pessoas morrem por ano no mundo, vítimas de doenças transmitidas pelo lixo. Aproximadamente 3 milhões de toneladas de lixo doméstico são gerados por dia no planeta e a previsão é que esta quantidade dobre até 2025. De acordo com dados do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem), o Brasil gera diariamente cerca de 150 mil toneladas de lixo urbano. Deste montante, 76% são depositados em lixões a céu aberto. Ou seja, a cada quatro sacos de lixo, três são destinados de forma incorreta. Apenas 13% vão para aterro controlado, 10% para aterro sanitário e 1% é tratado.

O Brasil acordou para o problema e, hoje, dispõe de uma nova Lei para tratar essa questão. A partir de 2014, os lixões a céu aberto serão proibidos no País. Com essa imposição legal, todos os municípios serão obrigados a separar os resíduos para fazer o descarte ambientalmente correto. Atualmente, o serviço de coleta seletiva está presente em apenas 18% das cidades brasileiras, porque ela ainda não é obrigatória  em nosso País. Nos grandes cidades brasileiras, cada cidadão produz, em média, um quilo de resíduo por dia.

Visando a contribuir para que cada prefeitura possa buscar e analisar a solução mais adequada ao seu município, a Planeja & Informa Comunicação e Marketing idealizou o workshop “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, que acontece no próximo dia 10 de novembro de 2011, no auditório do Centro Empresarial Rio.  A idéia é promover um amplo debate em torno das soluções já desenvolvidas Brasil afora para atender essas exigências da nova Lei de Resíduos Sólidos.

Novas Tecnologias e soluções para esse novo conceito de gestão serão apresentadas no evento junto a casos de sucesso de cidades do Brasil e até de outros países. Além disso, o financiamento para a gestão integrada de resíduos e a produção de energia a partir do biogás gerado pelo Esgoto Sanitário estão entre os temas abordados no evento.

Se o seu município está em busca de soluções para o problema de seus resíduos, sejam domiciliares ou de construção e demolição, você não pode perder essa oportunidade.

Esgoto doméstico pode se transformar em energia nas estações de tratamento

Presidente da Nova CEDAE, Wagner Victer, apresenta em workshop no Rio projetos da Companhia para produzir biocombustível e gás a partir do esgoto  em suas ETEs

O presidente da Nova CEDAE, Wagner Victer, participa, no próximo dia 10 de novembro, do workshop Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que acontece no Centro Empresarial Rio, para discutir tecnologias e soluções para o setor. Victer vai falar sobre os projetos da CEDAE para geração de energia a partir do esgoto nas estações de tratamento (ETE´s).

O mais avançado está sendo desenvolvido em parceria com a COPPE/UFRJ na ETE Alegria, no bairro do Caju, através de uma planta piloto para a produção de biocombustível e gás. O projeto é inédito por ser a primeira planta em instalação no Brasil. A proposta é ampliar a atividades até atingir, a longo prazo, as diversas estações da CEDAE, ganhando escala comercial através de parceria com a Petrobras e outras empresas.

A iniciativa é fundamental para melhorar o impacto ambiental das estações de tratamento e reduzir os gastos com energia elétrica. Segundo levantamento realizado pela consultoria Andrade & Canellas, o Brasil deixa de produzir entre 3.050 e 3.660 GWh de energia todos os anos a partir do biogás gerado pela decomposição do lixo urbano em todo o País. Se acondicionada e aproveitada adequadamente, cada tonelada de resíduo pode gerar entre 50 e 60 KWh de energia elétrica.

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), em 2010 as cidades foram responsáveis pelo descarte de 61 milhões de toneladas de resíduos em lixões e aterros sanitários em todo o Brasil. Essa energia seria suficiente para abastecer até 18,3milhões de casas, considerando o consumo médio residencial na faixa de 200 kWh por mês. A maioria dos proprietários de aterros, no entanto, opta pela queima simples do gás ao invés de aproveitar o combustível para gerar energia, apesar de a atividade ser economicamente viável, assim como nas estações de tratamento de esgoto.

O workshop “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” tem por objetivo apresentar e debater novas Tecnologias e soluções para o setor. Casos de sucesso de cidades do Brasil e de outros países, modelos e equipamentos para a gestão de resíduos serão apresentados durante o evento, além de tecnologias para produção de energia a partir do biogás gerado pelo Esgoto Sanitário, que também estão entre os temas abordados no evento.

Governo ajuda estados e municípios a elaborar planos de gestão de Resíduos

Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano destinará até 1,4 milhão de reais para cada Plano de Gestão de Resíduos Sólidos de municípios sedes da Copa de 2014

O Ministério do Meio Ambiente abriu chamada pública, através da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – SRHU, para o apoiar com recursos financeiros do governo Estados e Municípios na elaboração de seus Planos de Resíduos Sólidos. A elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos – PERS e do Plano Municipal de Resíduos Sólidos – PMRS é condição para os Estados e Municípios terem acesso aos recursos da União, a partir de 2 de agosto de 2012, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à gestão de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade.

Os PERS e PMRS são parte de um processo iniciado com a regulamentação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que tem por objetivo transformar a forma como a sociedade brasileira lida com os resíduos sólidos, desde sua geração até a destinação final ambientalmente adequada. Segundo o Edital, a gestão adequada dos resíduos sólidos, objetivo maior dos planos de resíduos, pressupõe a Educação Ambiental, a coleta seletiva, o estímulo à comercialização de materiais recicláveis, a compostagem, a inclusão de catadores e a adoção de sistema ambientalmente adequado para a disposição final de rejeitos.

No documento ficou estabelecido que os recursos disponibilizados são: de até 1,75 milhão de reais para Planos Estaduais; até 1,8 milhão de reais para Planos microrregionais de região metropolitana ou aglomeração urbana, de resíduos sólidos, incluindo Programa de Coleta Seletiva, elaborado pelo Estado; e até 600 mil reais para Planos intermunicipais de resíduos sólidos, elaborado pelo Estado ou Consórcio Público.

Os municípios que sediarão a Copa de 2014 recebem destaque com recursos de até 1,4 milhão de reais para o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS, incluindo Programa de Coleta Seletiva. O Plano do Programa de Coleta Seletiva de cada Município das Regiões Metropolitanas sedes da Copa FIFA 2014 poderá receber recursos de acordo com a faixa populacional: até 100 mil reais para cidades de até 100 mil habitantes; até 220 mil reais para cidades de 100 a 500 mil habitantes e até 600 mil reais para cidades acima de 500 mil habitantes.

  • Clique aqui e confira mais informações no edital do Ministério do Meio Ambiente.

Os representantes têm até o dia 17 de Novembro para apresentar suas propostas. Mas, antes disso, podem se informar sobre casos de sucesso e encontrar outros profissionais especialistas sobre o tema no Workshop Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que será realizado no dia 10 de novembro, no Rio de Janeiro. O objetivo é apresentar soluções e experiências aos profissionais de Construção Civil, Meio Ambiente, Saneamento e para a área acadêmica e governamental (prefeituras, governos estadual e federal).

Além do patrocínio da ENVAC e do apoio de diversas entidades do setor, já confirmaram presença o Presidente da Comissão de Defesa de Meio Ambiente da ALERJ, Deputado Átila Nunes; o Presidente da CEDAE, Wagner Victer; o Superintendente Nacional de Saneamento e Infraestrutura da CAIXA, Rogério de Paula Tavares; o diretor comercial da ENVAC, Fábio Colella; e o Pesquisador do IVIG (Inst. Virtual Internacional de Mudanças Globais)/COPPE, Luciano Basto Oliveira.

As vagas são limitadas. Até o dia 27 de outubro, as inscrições poderão ser feitas com descontos especiais, individuais ou para grupos.

Coleta seletiva no Brasil é de apenas 17,9%, diz IBGE

O Atlas de Saneamento 2011 que o IBGE lançou no último dia 19 de outubro revela que o percentual de municípios brasileiros que faziam coleta seletiva passou de 8,2%, em 2000, para 17,9%, em 2008.

Apesar do avanço, o percentual ainda é baixo, sendo que, entre os municípios que ofereciam o serviço, apenas 38% o faziam em todo o município. Além disso, eram grandes as disparidades regionais, estando este serviço concentrado nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, que alcançavam um percentual acima dos 40%, enquanto nas demais regiões este percentual não chegava a 10%.

Considerada fundamental para permitir e facilitar a reciclagem de resíduos sólidos, a coleta seletiva é um desafio que os municípios precisam vencer, conforme as exigências da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Em um ano, todos os municípios terão de apresentar projetos de gestão integrada de seus resíduos, de maneira a eliminar os lixões até 2014.

A questão da coleta seletiva e da reciclagem de resíduos, domiciliares e da construção, está no foco do Workshop Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que será realizado no dia 10 de novembro, no Rio de Janeiro. O objetivo é buscar modelos e experiências nacionais e internacionais no manejo de resíduos sólidos e apresentá-los aos profissionais de Construção Civil, Meio Ambiente, Saneamento e para a área acadêmica e governamental (prefeituras, governos estadual e federal). Uma oportunidade para a capacitação de gestores e de difusão das boas ideias que podem ser aplicadas por todo o país.

Além do patrocínio da ENVAC e do apoio de diversas entidades do setor, já confirmaram presença o Presidente da Comissão de Defesa de Meio Ambiente da ALERJ, Deputado Átila Nunes; o Presidente da CEDAE, Wagner Victer; o Superintendente Nacional de Saneamento e Infraestrutura da CAIXA, Rogério de Paula Tavares; o diretor comercial da ENVAC, Fábio Colella; e o Pesquisador do IVIG (Inst. Virtual Internacional de Mudanças Globais)/COPPE, Luciano Basto Oliveira.

As vagas são limitadas. Até o dia 27 de outubro, as inscrições poderão ser feitas com descontos especiais, individuais ou para grupos de participantes.

CAIXA e BIRD firmam acordo para liberar mais US$ 50 milhões para resíduos sólidos

Superintendente da CAIXA estará presente no workshop sobre Gestão de Resíduos Sólidos no Rio. Recursos da operação com o Banco Mundial também serão usados para financiamento de carbono.

A Caixa Econômica Federal vai contratar operação de crédito com o Banco Mundial no valor de 50 milhões de dólares, para aplicação em projetos de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) e financiamento de carbono. A contratação já foi aprovada pelo Senado Federal e será assinada nos próximos dias. A CAIXA é a única instituição no Brasil autorizada pelo Banco Mundial a intermediar recursos do Carbon Partnership Facility (CPF), plataforma inovadora de fomento ao mercado mundial de carbono.

O Superintendente Nacional de Saneamento Ambiental da CAIXA, Rogério Tavares, estará presente no workshop “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, que acontece no próximo dia 10 de novembro de 2011, no auditório do Centro Empresarial Rio, quando poderá esclarecer melhor os critérios desse novo programa de crédito.

 Segundo informações da CAIXA, o empréstimo do BIRD possibilitará disponibilizar novo funding para aplicação em RSU, tanto para o setor público quanto para o setor privado. Os recursos serão utilizados para implementar o Programa de Financiamento para a Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos e Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL). Esse programa desenvolve ações integradas para a gestão dos resíduos sólidos urbanos envolvendo o tratamento e a disposição final, para reduzir impactos ambientais e sociais, melhorar a saúde pública, além de promover soluções econômica e ambientalmente sustentáveis.

Com o novo funding, além de financiar entidades públicas e privadas no tratamento de resíduos sólidos, a CAIXA desenvolverá ações para implementar e monitorar os investimentos no segmento. No setor público, podem ser contemplados os estados, Distrito Federal, municípios e empresas públicas com receita própria, como algumas companhias estaduais de saneamento. No setor privado, concessionárias ou subconcessionárias privadas de serviço público de saneamento básico ou empresas privadas, organizadas na forma de SPE (Sociedade de Propósito Específico) para o manejo de resíduos sólidos urbanos, desde que legalmente autorizadas a executar ações financiadas pelo Programa. Podem ser financiadas a construção e operação de aterros sanitários, o fechamento de aterros a céu aberto com o tratamento dos impactos ambientais, e o desenvolvimento de instalações alternativas para tratamento de resíduos.

Prefeitura de Barcelona troca latas e caminhões de lixo por sistema a vácuo

Sistema desenvolvido pela ENVAC, que atende a 354 mil catalães, vai ser apresentado durante workshop no Rio. Nova tecnologia foi implantada pela primeira vez, na Espanha, na cidade de  Barcelona para os Jogos Olímpicos de 1992

A cidade de Barcelona, na Espanha, trocou as latas e caminhões coletores de lixo por um sistema diferente, desenvolvido pela Envac, para retirar os resíduos sólidos das ruas. O modelo é estruturado num sistema de tubos que passam a até cinco metros da superfície até chegar à unidade coletora do lixo na periferia (central de coleta). Pontos de coleta de lixo são instalados nas esquinas das ruas e também em prédios comerciais e residenciais para coletar o material, tornando o processo totalmente limpo.

O sistema, que já foi instalado em 120 cidades no mundo, totalizando mais de 600 sistemas fornecidos pela Envac, vai ser apresentado pela empresa durante o workshop “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, que acontece no próximo dia 10 de novembro de 2011, no auditório do Centro Empresarial Rio. Novas Tecnologias e soluções para esse novo conceito de gestão serão apresentadas no evento junto a casos de sucesso de cidades do Brasil e até de outros países.

No sistema implantado pela Envac em Barcelona, de hora em hora ou quando necessário, depois que os resíduos são colocados nos pontos de coleta, o trajeto do lixo se inicia. Os resíduos são transportados com uma velocidade superior a 70 km/h e chegam até a central de coleta já separados.

Na central, o lixo entra diretamente num contêiner que irá, depois de cheio, para as usinas de triagem. Nas usinas o papel, plástico e as latas são reciclados e o lixo orgânico se torna combustível para geração de eletricidade.

Só em Barcelona, são 113 km de tubulações instalados e a previsão é de que 70% dos resíduos sólidos na cidade sejam retirados pelos sistemas pneumáticos nos próximos sete anos. De acordo com o site G1, 160 caminhões de resíduos pararam de circular diariamente pela cidade. A ausência de caminhões de lixo evita odores, acúmulo de lixo e melhora o tráfego. Além das vantagens ambientais, o sistema proporciona um melhor aproveitamento do espaço urbano.

Alto custo e sistema no Brasil

O sistema foi inventado pela Envac no final da década de 50, na Suécia, e foi instalado pela primeira vez em 1961 nos arredores de Estocolmo. Em Barcelona o sistema foi introduzido para os Jogos Olímpicos de 1992 e hoje atende a 324 mil moradores na capital da Catalunha. Barcelona foi a primeira cidade da Europa a introduzir o sistema em seu plano diretor transformando a tecnologia no meio padrão de coleta da cidade. Cerca de 156 milhões de euros foram gastos em Barcelona, e o custo para que o sistema possa atender 18 mil famílias é de 35 milhões de Euros em média de acordo com a configuração adotada pela cidade.

Para o vice-presidente da Envac Iberia, Albert Mateu, o custo compensa ao longo do tempo, já que as instalações são projetadas para durar minimamente 30 anos. Questionado sobre possíveis obstruções no sistema ele informa que o sistema é projetado para gerenciar tal situação. Quatro ou mais exaustores estão prontos para serem acionadas se preciso. “No caso de um entupimento, acionamos os exaustores. Com o ganho de poder de sucção, em 90% dos casos desobstruímos o tubo.”

No Brasil, a Envac já possui diversos estudos em andamento. Inclusive uma capital já solicitou estudo oficial para a possível abertura de licitação para a mudança da coleta do lixo, mas nada ainda foi concretizado. O país, de acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos, gera seis vezes mais lixo do que coleta.