Depoimentos dos participantes do 3° Energias Renováveis

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Senhores da Equipe de Planeja & Informa um bom dia,

Gostei muito do Seminário e já estou revendo o Decreto 7.390/2010 e a ISO 50001 Sistema de Gestão de Energia, e as vantagens de microgeração distribuída nos tempos de crise energética, utilizando o SOL com fonte de energia.

Todos os palestrantes estão de parabéns, dominaram muito bem o assunto em questão, espero receber os próximo convite para participar dessa nova visão de economia de energia elétrica e os outros assuntos.

Atenciosamente,
Carlos Roberto Souza dos Santos

Setor de Eletrotécnica – GSG.A / CO – 25
Furnas – Centrais Elétricas Brasileiras

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Prezados,

Agradecemos o envio dos certificados, e aproveitamos a oportunidade de parabenizar os organizadores  pelo grandiosos evento apresentado.
Grata.

Atenciosamente,

ANDRÉA SALES
Gabinete da Presidência (GABPRES)
Departamento de Ações Pró-Sustentabilidade (DEAPE)
Divisão de Gestão Ambiental (DIGAM)
Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro

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Cara Sra. Vera,

O seminário foi muito interessante mesmo. Parabéns pelo nível do evento.

Continuarei acompanhando a agenda a fim de participar de futuros eventos/seminários.

Bruno Waldman
Técnico Socioambiental
DIRAM – Diretoria de Recuperação Ambiental
INEA – Instituto Estadual do Ambiente

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Prezados,

Em nome do Instituto Nacional de Saúde da Mulher da Criança e Adolescente Fernandes Figueira, unidade hospitalar da Fundação Oswaldo Cruz agradecemos a oportunidade de particpar do evento.

Não obstante, os participanetes Rubens Rodrigues Barrozo, Nair Baugratz e Yasmim Morais, representantes do Instituto, estendem os agradecimentos a Gerente de Eventos a Sra. Vera Rocha pela flexibilização do convite para o evento.

Atenciosamente

Rubens Rodrigues Barrozo
Biossegurança Hospitalar
Instituto Nacional de Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente
Fernandes Figueira (IFF / Fiocruz)

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Obrigado pelo contato Carlos e Vera.

Essa foi nossa 1ª participação em um evento deste perfil e ficamos satisfeitos. Precisamos do material com fotos e mais informações para divulgarmos internamente.
Vamos manter contato para futuras oportunidades.
Abraços,

Maugham Basso
Gerente de Negócios
CP+ Soluções em Meio Ambiente

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Caros,

Gostaria de agradecer imensamente o convite para palestrar no 3 Seminário Nacional de Energias Renováveis, foi de grande valia. Parabéns pelo evento!
Aguardo o link para obter as apresentações e se possível a lista de participantes com seus contatos.

atenciosamente,

Isabelle de Loys

 

Energias Renováveis e Eficiência Energética voltam a debate no Rio

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“Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos” será o tema do Seminário que acontece em sua quarta edição em agosto no Rio

O verão de 2015 demostrou, mais uma vez, de forma clara o quanto o País precisa rever sua dependência do setor hidrelétrico. Segundo previsões do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, o Brasil será palco de mais eventos extremos nas próximas décadas por consequência do aquecimento global. A estiagem que esvaziou os reservatórios, principalmente no Sudeste e Nordeste, deixou aceso um sinal de advertência claro e explícito.

O País já vem recorrendo sistematicamente a fontes térmicas como carvão, gás, óleo diesel e combustível desde 2012 para complementar sua oferta de energia elétrica. Em um cenário de chuvas irregulares e rápido esvaziamento dos reservatórios, as termelétricas já respondem por quase 30% da energia do país, e a tendência é que essa participação aumente cada vez mais, principalmente a partir de 2025, quando o Ministério das Minas e Energia (MME) prevê que o potencial hidrelétrico brasileiro estará esgotado (quinquênio 2025 a 2030).

O uso continuado das térmicas indica a existência de uma crise estrutural do setor elétrico, cuja capacidade de geração não consegue suportar o aumento do consumo. Se não solucionada, a situação pode comprometer o crescimento econômico, que exige oferta crescente de energia. Sua gravidade, portanto, impõe a reestruturação da matriz elétrica, com o investimento em outras fontes que gerem energia ininterruptamente para garantir a segurança do abastecimento e possibilitar a expansão da oferta.

Neste cenário, fontes renováveis ganham papel cada vez mais importante em uma matriz elétrica diversificada, sustentável e eficiente, de forma a complementar o suprimento da energia oferecida.

Por outro lado, é preciso buscar eficiência energética em todos os segmentos, através de novas tecnologias, processos e equipamentos que proporcionem o uso racional nos setores industrial, comercial, residencial e de edificações públicas e privadas, melhorando a disponibilidade energética, reduzindo custos e aumentando ganhos. Segundo estudo da própria ELETROBRÁS, empresas que investem em projetos de eficiência energética podem economizar recursos, ganhar competitividade e amenizar a pressão sobre o aumento da oferta de energia. Postergar parte do investimento no aumento da oferta de energia permite ao governo e ao empresário liberarem recursos para outras prioridades, sem perda de qualidade, segurança no abastecimento e com ganhos sociais e ambientais.

4º Seminário de energias renováveis
Nos dias 19 e 20 de agosto de 2015, será realizado no Rio de Janeiro, RJ, o 4º Seminário Nacional de Energia Renováveis e Eficiência Energética, em paralelo com a primeira EXPO – Energias Renováveis, sob o tema– “Os desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos”. O debate é importante e oportuno. Afinal, em todos os setores é possível melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, e/ou substituí-la por uma fonte renovável, mais econômica e menos poluente.

Promovido pela Casa Viva Eventos e pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing com apoio das entidades de classe e empresas do setor, empresas públicas e privadas, ONGs e governos, o evento vai colocar em debate todas estas questões, que precisam ser discutidas de forma permanente com toda a sociedade – governo, academia, órgãos públicos etc. É fundamental a participação das empresas públicas e privadas ligadas à cadeia de fornecedores de tecnologias, materiais, equipamentos, serviços, geração, transmissão e distribuição de energia, que podem patrocinar e marcar sua presença ativa no evento.

Através de palestras e painéis, serão apresentadas e debatidas experiências, soluções e novas tecnologias para reduzir o custo da energia na indústria, comércio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o consumo ou substituindo fontes tradicionais no processo de produção e racionalizando o uso deste insumo no dia a dia das empresas.

Empresas de energia, engenharia, tecnologia, fabricantes de materiais e equipamentos e prestadores de serviços interessados em apresentar soluções e tecnologias para o setor através de palestras ou divulgar sua marca e produtos através de patrocínio ou da EXPO ENERGIAS RENOVÁVEIS podem entrar em contato com a área comercial da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2262-9401 / 2244-6211.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo email inscricao.planeja@gmail.com ou no Blog https://planejabrasil.wordpress.com/, além dos telefones (21) 2262-9401 / 2215-2245.

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Empresas estrangeiras reafirmam seu interesse no Setor Nuclear brasileiro no VI SIEN

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Sucesso de público na EXPO NUCLEAR e agenda técnica, VI Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2015) contou com a participação de representantes da indústria NUCLEAR de países de vários continentes. Parcerias público-privadas e aceitação pela opinião pública polarizam o debate

Plenária SIEN

Prioridade à geração nuclear para garantir, de forma sustentável, energia limpa para suprir a demanda do País e garantir seu desenvolvimento. Esta foi a tônica do VI Seminário Internacional de Energia Nuclear – SIEN 2015, encerrado ontem (19-06), no Centro de Convenções Bolsa do Rio, na Bolsa de Valores, recolocando o setor no centro dos debates sobre a geração de energia do País. As parcerias público privadas para a construção de novas plantas de energia nuclear no País, defendidas pelo governo através do Ministério de Minas e Energia e de representantes da Eletronuclear, com a redefinição do modelo institucional, bem como de que forma ampliar a aceitação da sociedade e opinião pública a respeito do uso da energia nuclear, foram os temas predominantes do ciclo de debates.

O presidente da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Aquilino Senra, representando o Ministro Aldo Rebelo, reafirmou a prioridade do setor nuclear para o governo, que não pode ser ignorada na matriz elétrica do País:

“Registro, em nome do ministro, que será dada prioridade à energia nuclear na administração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O ministro entende que é uma área estratégica, entende seu valor na geração de energia para o País, e reconhece que o desenvolvimento tecnológico precisa do apoio prioritário do Ministério”

Leonam dos Santos Guimarães, diretor de Planejamento, Gestão e Meio Ambiente da Eletronuclear, abriu as atividades do Seminário e também defendeu o desenvolvimento de parcerias público privadas com a liderança do Governo na construção de novas usinas nucleares no Brasil. Guimarães chamou atenção para a necessidade de flexibilização do modelo de negócios no sentido de facilitar e viabilizar maior interesse de empresas privadas. O executivo elencou ainda os desafios do setor que estariam ligados à maior aceitação pública em nível local e mundial e sublinhou também as dificuldades impostas pelas restrições ambientais e sociais, que se impõem no momento de escolha dos sítios capazes de receber uma planta. Leonam reiterou que o Brasil necessita de uma nova base térmica, visto que o potencial hidrelétrico deverá estar esgotado no fim da próxima década. O diretor da Eletronuclear expôs ainda o fato de que o custo da energia nuclear é muito mais barato do que o de outras fontes energéticas e que a geração nuclear não tem desafios tecnológicos e de oferta ao contrário de outras fontes de energia como o gás natural e o carvão mineral.

Novo papel ao setor privado

Assunto que também permeou os debates do seminário foi a questão legal envolvida nas discussões que defendem uma maior participação da iniciativa privada no setor. No painel “Panorama e perspectivas da energia nuclear no Brasil”, que contou com a participação do diretor de P&D da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, Isaac José Obadia, com Antonio Ernesto Ferreira Muller, diretor presidente da Associação Brasileira para o desenvolvimento das atividades nucleares – ABDAN e com Antonio Teixeira Silva, presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear – ABEN, que defendeu uma mudança na constituição brasileira, que segundo afirma, seria fundamental para atrair as empresas privadas:

– É preciso mudar a constituição brasileira para que a indústria privada possa ser majoritária em projetos de implantação de usinas nucleares.

Durante o debate, a plateia questionou os participantes a respeito de como aumentar a aceitação da sociedade com relação a questão da energia nuclear. Para os presentes no auditório, uma solução seria criar estratégias de comunicação com diversos setores da sociedade como o poder legislativo e executivo para que a informação sobre a questão nuclear tivesse mais espaço na pauta dos brasileiros. A geógrafa Luciana Lovisi, participou da discussão:

– “Precisamos dar conhecimento aos parlamentares e favorecer que eles sejam multiplicadores, formadores de opinião. Seria ideal que o poder legislativo dotasse de fato o parlamentar com informações sobre o assunto que está sendo defendido. Esta seria uma forma interessante de favorecer a aceitação da energia nuclear pela opinião pública”.

    O que diz a opinião pública

       Outro tema que esquentou o painel foi a crítica de Teixeira sobre a falta de uma política de Estado para a energia nuclear:

            – Falta planejamento para o futuro, falta uma integração entre vários setores, entre todos os ministérios. A China, por exemplo, atua de forma integrada em toda cadeia da energia nuclear.           

            No painel “Energia nuclear como indutora do desenvolvimento”, que também trouxe Aquilino Senra da INB como painelista, Senra, destacou as diversas aplicações da energia nuclear e a sua importância no desenvolvimento tecnológico, social e econômico do País, chamando atenção para o uso na medicina, indústria, agricultura e preservação de alimentos. Na medicina, por exemplo, é usada para a produção de rádiofarmacos.

            – “ [ A energia nuclear] contribui para o desenvolvimento social com treinamentos das pessoas da região de uma planta para trabalharem nos projetos de energia nuclear. São empreendimentos que mudam uma região a partir da relação com a comunidade. Pesquisas apontam que a energia está ligada ao crescimento do PIB em âmbito mundial. Quanto mais energia um país consome, maior é seu crescimento econômico.”

            Os painelistas Juan Hartman, diretor geral da comissão nacional de prevenção e segurança nuclear do México e Paulo Carneiro, assessor da diretoria técnica da Eletronuclear, ao falarem sobre o futuro da indústria de energia nuclear, na tarde do dia 18, também falaram sobre a aceitação da opinião pública. Para Hartman, “é preciso acabar com a dificuldade de entender e aceitar a Energia Nuclear”.

O Seminário contou com a participação de empresas de diversas partes do mundo

A participação de empresas internacionais do setor como a americana Westinghouse, as francesas AREVA, ATMEA e EDF, a russa Rosatom e SNERDI, uma subisdiária da SNPTC chinesa, serviu para o público brasileiro conhecer suas expertises, tecnologias e modelos de parcerias que já funcionam em outros países como é o caso da Westinghouse que também é parceira do Brasil desde o projeto Angra 1. Graham Cable, Vice-Presidente de desenvolvimento de negócios da companhia, apresentou diversos aspectos dos negócios nucleares da empresa passando por itens como os altos níveis de segurança desenvolvidos pela empresa bem como tecnologias que se tornaram referência nos projetos de desenho das plantas da companhia. Cable afirmou que a Westinghouse tem hoje 65 plantas de usinas nucleares sendo construídas ao redor do globo em países como a índia, e que a Westinghouse entende que a geração de energia deve ser encarada como uma ferramenta para o crescimento da economia:

“A empresa quer continuar a dar suporte ao desenvolvimento da energia nuclear no Brasil”.

Valerie Levkov, representante da empresa EDF, líder na área nuclear na França e no Reino Unido, trouxe em sua palestra a experiência francesa para o setor nuclear e além de apresentar tecnologias e soluções em termos de operações e segurança, falou da necessidade e vontade de compartilhar experiências entre projetos das já parceiras AREVA e EDF com o Brasil, através da transferência de conhecimentos com a viabilização de parcerias estratégicas em áreas aonde a França já possui larga experiência como gestão de projetos, gestão de operações, recursos humanos e treinamentos, aceitação pública e modelos de start up e comissionamento. Valerie apontou também a experiência em operações emergenciais e procedimentos adequados na área de segurança nuclear, lembrando também que a alocação correta de riscos é área chave para pleitear financiamentos e reduzir custos. Os riscos políticos e de regulação, os riscos de construção e ainda o risco operacional devem ser levados em conta na construção de futuras usinas, segundo Levkov, que destacou que a EDF e AREVA tem uma operação integrada que desenvolve, entre outras soluções, desenhos para operações de longo prazo e implementações e modelos de engenharia e arquitetura nuclear para terceiros.

André Salgado, representante da AREVA, apresentou a empresa que tem 40 anos de Brasil na área de energia nuclear, participou da construção de Angra 1 e Angra 2, e já tem parceiros brasileiros como a UFRJ. Um dos destaques da apresentação foi o reator EPR, o maior reator do mercado, desenhado para resistir a eventos excepcionais e que já passou por várias certificações e está funcionando em Angra 1 e Angra 2. Segundo o executivo, esta tecnologia pode ter papel decisivo no licenciamento junto a CNEN, que regula o setor. Além disso, Salgado apresentou a joint venture ATMEA, formada pela AREVA e Mitsubishi, fundada em 2007. A AREVA tem 130 plantas construídas pelo mundo. Além disso, ele também enfatizou a expertise francesa e japonesa como ativo importante da empresa que utiliza os feedbacks de seus projetos em novas construções, que tem na modularização um de seus benefícios.

Já na apresentação desenvolvida pelo chinês Wenhui Zhan, um dos pontos levantados foi a questão da segurança nuclear. O diretor do departamento de design de reatores da subsidiária da SNPTC – Instituto de Pesquisa de Engenharia Nuclear e Projetos de Shangai, falou sobre o sistema chinês que desenvolveu um plano de energia nuclear após o acidente de Fukushima que tinha dentre seus objetivos melhorar a capacidade sísmica para acidentes e terremotos. Ainda na área de segurança, Wenhui Zhan apresentou seis testes críticos de instalações de usinas desenvolvidos pela empresa. Além disso, Zhan apresentou os projetos da empresa que tem 26 usinas em operação, 23 sendo construídas e outras 23 plantas em fase de aprovação e seus diversos modelos de usina destacando as estratégias de desenvolvimento e formas de funcionamento de projetos para a área.

A empresa Russa Rosatom também apresentou suas tecnologias, soluções e equipamentos ao público do seminário, destacando seus 70 anos de atuação na área e sua presença mundial. A empresa já construiu 67 unidades ao longo dos anos em que opera e já movimentou 40 bilhões de dólares em negócios e provê soluções integradas de acordo com a regularização do país. A russa Rosatom vem traçando o perfil do cenário nacional na área nuclear há algum tempo e desde o ano passado prepara a instalação de um escritório no Brasil, processo que já está praticamente finalizado, segundo o vice-presidente da Rosatom International Network, Ivan Dybov. O executivo inclusive já estabeleceu residência no País, de onde também coordena as atividades pelo resto da América Latina.

O uso da tecnologia nuclear na medicina

O seminário concluiu suas atividades com uma palestra do médico Cláudio Tinoco Mesquita, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, SBMN, que lembrou as dificuldades que a medicina passa para desenvolver o setor, especialmente na região Norte e Nordeste. Mesquita lembrou ainda da dificuldade da área na obtenção de material para a produção de radioisótopos, material usado no diagnóstico e tratamento do câncer, questão pouco divulgada para a mídia e para a sociedade. A última apresentação do dia falou sobre o Reator Multipropósito Brasileiro, construído pela marinha e pela CNEN, na cidade de Aramar, São Paulo e foi preferida pelo Luiz Fernando Conti, representante da CNEN.

Primeira Expo Nuclear

O SIEN 2015 também contou com a realização da I EXPONUCLEAR, também no espaço de convenções da Bolsa do Rio. Empresas participantes expuseram diversas soluções, tecnologias e projetos para a área. A Indústrias Nucleares Brasileiras – INB, apresentou uma maquete do elemento combustível Nuclear. A AREVA apresentou maquetes dos modelos de reatores fabricados pela empresa francesa. A americana Oil States apresentou um equipamento de soldagem de alta tecnologia que pode ser usado pela indústria nuclear bem como por outras indústrias.

O VI SIEN, reuniu cerca de 250 pessoas e aconteceu entre os dias 17 e 18 de Junho. No dia 19, foi realizada uma visita técnica dos participantes do evento à sede da Nuclebrás Equipamentos Pesados – NUCLEP, em Itaguaí no Rio de Janeiro. O SIEN 2015 é realizado pela Planeja e Informa Comunicação e Marketing em parceria com a Casa Viva eventos e tem patrocínio máster da Eletrobrás / Eletronuclear. Na categoria ouro o evento teve o apoio da Russa Rosatom, da chinesa SPTC e de uma parceria formada pelo trio francês AREVA, EDF e ATMEA. Na categoria prata, NUCLEP e Westinghouse firmaram parceria com o projeto.

Participação privada pode ajudar Setor nuclear a crescer no Brasil

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PP Engenharia defende emprego da fonte nuclear de forma crescente

para suprir carência cada vez maior do mercado de energia

“O setor nuclear, guardadas as devidas particularidades, não poderá continuar sendo um compartimento governamental. Até porque os orçamentos públicos deverão estar voltados para áreas sociais diretas. Neste contexto, a participação da iniciativa privada num setor altamente estatal, poderá ser revista e respostas a essas iniciativas já estão em andamento.”

É com base nessa premissa que o Diretor Área de Energia e Novos Negócios da PP Engenharia, Francisco das Chagas de Oliveira, vai desenvolver a participação da empresa no VI Seminário Internacional de Energia Nuclear (VI SIEN), que acontece nos dias 17 e 18 de junho próximo, no Centro de Convenções Bolsa do Rio, no Rio de Janeiro.

Na visão da empresa, “diante dos desafios, cada vez maiores, em atender a um mercado cada vez mais carente de energia, fica claro que essas fontes, entre as quais se inclui a energia nuclear, são necessárias e devem, usando as tecnologias disponíveis, atender ao mercado.

Dai a importância desse Seminário, que é uma oportunidade para o setor discutir questões estratégicas para seu crescimento. “Por exemplo: como estão se preparando as empresas para fazer face a esse desafio? Como se dará a participação das grandes empresas que de alguma forma foram envolvidas em ações em desenvolvimento na justiça?”, questiona Chagas.

            Sobre a PP Engenharia

A PP Engenharia foi criada num cenário, no qual um novo modelo do setor elétrico se implantava. Assim, no ano de 2004, este novo modelo e a necessidade de aumento da capacidade instalada no país criaram oportunidades de novos investimentos no setor elétrico.

Este ambiente propiciou no ano de 2005 a criação da PP Engenharia, que incialmente propôs-se a oferecer ao mercado serviços de engenharia consultiva e serviços de operação e manutenção para usinas termelétricas.

Nos últimos quatro anos, o perfil da empresa vem mudando, com a chegada de participantes que agregaram experiência no mercado de energia, tanto na parte de gestão quanto na parte de execução.

Hoje a experiência da empresa, fortalece-se na parte de O&M e usinas termelétricas e cresce na parte de análise de eficiência energética e otimização de processos, montagem eletromecânica e, de uma forma geral, EPCM deste tipo de central.

SIEN 2015

O Seminário Internacional de Energia Nuclear (VI SIEN tem por objetivo mobilizar todo o setor nuclear – cadeia industrial, empresas operadoras (públicas e privadas), Academia, associações profissionais e empresariais, governo etc. – para debater questões como a Política Nuclear, fontes de recursos, mão de obra especializada, segurança nuclear, novas tecnologias e outros temas pertinentes.

Nesta sexta edição, além da agenda técnica, o SIEN prevê também a realização da 1ª Expo Nuclear, que vai reunir empresas públicas e privadas, associações de classe técnicas e profissionais, órgãos de pesquisa e governo. Outra atividade importante será a visita técnica à fábrica de equipamentos pesados da NUCLEP – NUCLEBRAS EQUIPAMENTOS PESADOS S/A, localizada no Município de Itaguaí, no Estado do Rio.

No final do primeiro dia, está prevista também a exibição do documentário Pandora’s Promisse, de Robert Stone, coproduzido com a rede de televisão norte-americana CNN, que conquistou em 2013 prêmios, aplausos e muita polêmica, durante o Festival de Cinema de Sundance, nos EUA. Pandora’s Promisse foi concebido meticulosamente para demolir os principais mitos criados ao longo de décadas, que sustentam os argumentos antinucleares.

Alternando entrevistas, cenas atuais, imagens de arquivo e, até mesmo, desenhos animados populares, de Walt Disney aos Simpsons, Pandora’s Promise, além de inteligente e esclarecedor, revela um acabamento refinado que proporciona ao espectador uma experiência audiovisual bastante agradável. A exibição do filme durante o SIEN 2015 é uma cortesia da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), parceira do evento, que adquiriu os direitos de exibição do filme no Brasil. A sessão acontecerá no final do primeiro dia de debates (17/06), às 18:00h, no auditório do Centro de Convenções Bolsa do Rio.

As inscrições para VI SIEN ainda estão abertas e podem ser feitas pelo email inscricao.planeja@gmail.com, além dos telefones (21) 2262-9401 / 2215-2245. Mais informações no site www.planejabrasil.com.br e no Blog https://planejabrasil.wordpress.com/

17 e 18 de junho de 2015VI Seminário Internacional de Energia NuclearEXPO NUCLEAR – 1ª Feira de Tecnologia em Engenharia Nuclear

O Ministério das Minas e Energia (MME) prevê que o potencial hidrelétrico brasileiro estará esgotado no quinquênio de 2025 a 2030 e, diante disso, o governo está revisando o Plano Nacional de Energia 2050. A expectativa é de que este plano traga a tão aguardada definição com relação à instalação de quatro a oito novas usinas nucleares no Brasil, para complementar a geração elétrica, diante desse cenário de esgotamento do aproveitamento hídrico.

O Brasil vem recorrendo sistematicamente a fontes térmicas como carvão, gás, óleo diesel e combustível desde 2012 para complementar sua oferta de energia elétrica. Em um cenário de chuvas irregulares e rápido esvaziamento dos reservatórios, as termelétricas já respondem por quase 30% da energia do país, e a tendência é que essa participação aumente cada vez mais, principalmente a partir de 2025.

O uso continuado das térmicas indica a existência de uma crise estrutural do setor elétrico, cuja capacidade de geração não consegue suportar o aumento do consumo. Se não solucionada, a situação pode comprometer o crescimento econômico, que exige oferta crescente de energia. Sua gravidade, portanto, impõe a reestruturação da matriz elétrica, com o investimento em outras fontes térmicas de base, que gerem energia ininterruptamente, para garantir a segurança do abastecimento e possibilitar a expansão da oferta.

Neste cenário, a geração nuclear ganha papel cada vez mais importante em uma matriz elétrica diversificada, sustentável e eficiente, agregando vantagens como “competitividade, estabilidade, disponibilidade e a garantia de suprimento de combustível, oferecida pela posse da 6ª maior reserva mundial de urânio, com potencial energético comparável ao pré-sal”.

O tempo, contudo, é exíguo para que as novas centrais nucleares possam efetivamente reforçar a base da matriz elétrica a partir de 2025, exigindo uma rápida tomada de decisão, principalmente se considerarmos a necessidade de definição do local e a conclusão das etapas de projeto, licenciamento e construção e comissionamento da planta. A necessidade é premente, mas o futuro da energia nuclear depende, por sua vez, de uma estruturação estratégica do setor, de maneira a integrar todas as empresas da área em torno desse objetivo.

A necessidade da expansão nuclear é hoje um consenso em praticamente todo o mundo. Barreiras como a segurança das usinas e a disposição dos rejeitos radioativos vêm sendo vencidas e são alvo de estudos e novas tecnologias em várias partes do mundo.

O ingresso do capital privado na geração e operação de usinas pode ser a solução para uma outra barreira no Brasil, criada pela falta de recursos internacionais – uma opção que amadurece rapidamente. Outras precisam ser enfrentadas, como a falta de mão de obra especializada, por exemplo.

Todas essas questões precisam ser discutidas de forma permanente com o setor nuclear e com a sociedade, cadeia industrial, Academia, associações profissionais e empresariais, governo etc., e estarão no centro das discussões do VI Seminário Internacional de Energia Nuclear (VI SIEN), marcado para junho de 2015. O evento, que tem sido um importante espaço para esse debate, vai trazer essas e outras questões em sua agenda, reunindo todos os segmentos do setor nuclear, além de promover a difusão de novas tecnologias e soluções voltadas à segurança das usinas nucleares, bem como os diversos usos da radiação para fins pacíficos.

É fundamental a participação das empresas públicas e privadas ligadas à cadeia da indústria nuclear, que podem patrocinar e marcar sua presença ativa neste debate

AGENDA PRELIMINAR

VI SIEN – SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR

17 e 18 de junho – Centro de Convenções Bolsa de Valores do Rio – Praça XV de Novembro, 20 – Térreo – Rio de Janeiro – RJ.

AGENDA – 17 DE JUNHO DE 2015

08:00 ÀS 09:00 – CREDENCIAMENTO

09:00 ÀS 10:10 – SESSÃO DE ABERTURA

CARLOS EDUARDO DE SOUZA BRAGA, MINISTRO DE ESTADO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA*
JOSÉ ALDO REBELO FIGUEIREDO – MINISTRO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA*

LEONAM DOS SANTOS GUIMARÃES, DIRETOR DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E MEIO AMBIENTE DA ELETROBRAS
ELETRONUCLEAR (CONFIRMADO) (representando a Presidência da Eletrobrás Eletronuclear)

ANGELO FERNANDO PADILHA, PRESIDENTE DA CNEN*

CARLOS EMILIANO, DIRETOR GERAL – PLANEJA & INFORMA/ CASA VIVA

(Cada convidado tem 10 minutos para dar as boas vindas aos participantes do evento)

10:10 ÀS 10:40 – ABERTURA DA EXPO NUCLEAR

10:40 ÀS 11:10 – PALESTRA: PNE 2050 – PERSPECTIVAS DE GERAÇÃO A PARTIR DE 2030

ALTINO VENTURA FILHO, SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA*

(O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

11:10 ÀS 11:40 – PALESTRA

SOLUÇÕES, EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA E DESENVOLIMENTO NUCLEAR

CARLOS LEIPNER, VICE-PRESIDENTE DA WESTINGHOUSE  PARA A AMÉRICA LATINA (CONFIRMADO)

 (O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

11:40 ÀS 12:10 – PALESTRA 

SOLUÇÕES, EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA E DESENVOLIMENTO NUCLEAR

                   “Progresso no desenvolvimento Nuclear chinês e apresentação da tecnologia CAP1400”
QIU ZHONGMING,
chefe de centro de informação do Shanghai Nuclear Engineering Research and Design Institute (SNERDI), empresa subsidiária da SNPTC. (CONFIRMADO)

 (O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

 

12:10 ÀS 12:40 – PALESTRA

SOLUÇÕES, EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA E DESENVOLIMENTO NUCLEAR

RESERVADO PARA EMPRESA AREVA (CONFIRMADO)

(O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

 

12:40 ÀS 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO

14:00 ÀS 14:30 – PALESTRA

VICE-ALMIRANTE NEY ZANELLA DOS SANTOS, DIRETOR PRESIDENTE DA AMAZUL (CONFIRMADO)

(O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

14:30 ÀS 15:40 – MESA REDONDA

TUTORIAL: PANORAMA E PERSPECTIVAS DA ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL

LEONAM DOS SANTOS GUIMARÃES, DIRETOR DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E MEIO AMBIENTE DA ELETROBRAS ELETRONUCLEAR (CONFIRMADO)

DEBATEDORES:

ISAAC JOSÉ OBADIA, DIRETOR DE P&D DA CNEN (CONFIRMADO)

ANTONIO TEIXEIRA E SILVA, PRESIDENTE DA ABEN (CONFIRMADO)

ANTONIO ERNESTO FERREIRA MÜLLER, DIRETOR PRESIDENTE DA ABDAN (CONFIRMADO)

LEONAM DOS SANTOS GUIMARÃES, DIRETOR DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E MEIO AMBIENTE DA ELETROBRAS ELETRONUCLEAR (CONFIRMADO)

(O palestrante do tutorial tem 30 minutos para apresentar o tema proposto. Após a apresentação abriremos 30 minutos para debate entre convidados (debatedores) e público)

15:40 ÀS 16:10 – PALESTRA

SOLUÇÕES, EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA E DESENVOLIMENTO NUCLEAR

ANDREAS GOEBEL, PRESIDENTE DA ATMEA (CONFIRMADO)

 (O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

16:10 ÀS 16:50 – INTERVALO PARA VISITA A EXPO NUCLEAR

16:50 ÀS 17:40 – PAINEL: OPÇÕES TECNOLOGICAS PARA REDUZIR CUSTOS E PRAZOS

AREVA / ROSATOM (CONFIRMADO)

 (Cada palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após as apresentações abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

17:40 ÀS 18:10 – PALESTRA

AGENDA – 18 DE JUNHO DE 2015

08:00 ÀS 09:00 – CREDENCIAMENTO E INICIO DAS ATIVIDADES DA EXPO NUCLEAR

09:00 ÀS 10:00 – MESA REDONDA (ABERTURA DO SEGUNDO DIA)

TUTORIAL: NOVAS USINAS – A ESCOLHA DOS NOVOS LOCAIS DIANTE DA ESCASSEZ HÍDRICA DO SUDESTE

MANGABEIRA UNGER, MINISTRO DA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA*

DEBATEDORES:

MAURÍCIO TOLMASQUIM – PRESIDENTE DA EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA – EPE*

REPRESENTANTE DA ELETROBRAS ELETRONUCLEAR*

MANGABEIRA UNGER, MINISTRO DA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA*

(O palestrante do tutorial tem 30 minutos para apresentar o tema proposto. Após a apresentação abriremos 30 minutos para debate entre convidados (debatedores) e público)

10:00 ÀS 10:30 – PALESTRA

SOLUÇÕES, EQUIPAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA E DESENVOLIMENTO NUCLEAR

RESERVADO PARA ROSATOM (CONFIRMADO)

 (O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

10:30 ÀS 11:00 – INTERVALO PARA VISITA A EXPO NUCLEAR

11:00 ÀS 12:30 – PAINEL: ENERGIA NUCLEAR COMO INDUTORA DE DESENVOLVIMENTO

AQUILINO SENRA, PRESIDENTE DO INB*

REPRESENTANTE DA ELETROBRAS ELETRONUCLEAR*

FRANCISCO JÚDICE,SUPERINTENDENTE DE DEFESA CIVIL DE ANGRA DOS REIS (CONFIRMADO)

JOSÉ RECHUAN JÚNIOR, PREFEITO DE RESENDE*

(Cada palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após as apresentações abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

12:30 ÀS 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO

14:00 ÀS 15:30 – PAINEL

ENERGIA NUCLEAR NA AMÉRICA LATINA: PERSPECTIVAS E MEDIDAS DE SEGURANÇA NUCLEAR

PAINELISTAS:

LAÉRCIO ANTONIO VINHAS, REPRESENTANTE PERMANENTE DO BRASIL NA MISSÃO JUNTO À AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA (AIEA)*

JAIME SALAS KURTE MASTER, DIRECTOR EJECUTIVO, COMISIÓN CHILENA DE ENERGÍA NUCLEAR – CCHEN*

JUAN EIBENSCHUTZ HARTMAN, DIRECTOR GENERAL DEL COMISIÓN NACIONAL DE SEGURIDAD NUCLEAR Y SALVAGUARDIAS – CNSNS (CONFIRMADO)

NORMA LUISA BOERO, PRESIDENTA DEL COMISIÓN NACIONAL DE ENERGÍA ATÓMICA – CNEA*

(Cada palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após as apresentações abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

15:30 ÀS 16:30 – PAINEL:   O SETOR PRIVADO ESTÁ PRONTO PARA O DESAFIO NUCLEAR

AURELIO SCUDERO – ABEMI

CARLOS FREDERICO DE M. T. FIGUEIREDO, GERENTE GERAL DE ENGENHARIA DA NUCLEP (CONFIRMADO)

FRANCISCO DAS CHAGAS, REPRESENTANTE DA PP ENGENHARIA (CONFIRMADO)

(Cada palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após as apresentações abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

16:30 ÀS 17:00 – INTERVALO PARA VISITA A EXPO NUCLEAR

17:00 ÀS 17:50 – PAINEL:  RADIOISÓTOPOS – CONJUNTURA E PERSPECTIVAS

CLAUDIO TINOCO MESQUITA, PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA NUCLEAR – SBMN (CONFIRMADO)

IVAN PEDRO SALATI DE ALMEIDA, DIRETOR DE RADIOPROTEÇÃO E SEGURANÇA NUCLEAR DA CNEN*

(Cada palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após as apresentações abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)

17:50 ÀS 18:20 – PALESTRA – REATOR MULTIPROPOSITOS BRASILEIRO

JOSÉ AUGUSTO PERROTTA, ASSESSOR DA PRESIDÊNCIA, TECNOLOGISTA SÊNIOR E COORDENADOR TÉCNICO DO EMPREENDIMENTO REATOR MULTIPROPÓSITO BRASILEIRO (RMB) DA CNEN (CONFIRMADO)

(O palestrante tem 20 minutos para apresentar o tema proposto, após a apresentação abriremos 10 minutos para perguntas e respostas com o público)